sábado, 21 de maio de 2011

Cidadão

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with 2 comments




O vídeo acima é uma homenagem aos trabalhadores humildes. Você sabe o que é ser cidadão?

Boa reflexão.





Cidadania (do latim,civitas, "cidade") é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.

O conceito de cidadania sempre esteve fortemente "ligado" à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a um cargo público (indireto). No entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade Cidadania, direitos e deveres.

Variação regional

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with No comments
A variação de uma língua é o modo pelo qual ela se diferencia, sistemática e coerentemente, de acordo com o contexto histórico, geográfico e sócio-cultural no qual os falantes dessa língua se manifestam verbalmente.

Variação geográfica ou regional trata das diferentes formas de pronúncia, vocabulário e estrutura sintática entre regiões. Dentro de uma comunidade mais ampla, formam-se comunidades linguísticas menores em torno de centros polarizadores , política e economia, que acabam por definir os padrões lingüísticos utilizados na região de sua influência e as diferenças linguísticas entre as regiões são graduais, nem sempre coincidindo.

O vídeo a seguir é um exemplo de variação regional, mostra exatamente o falar do povo de Piracicaba.


 


Por que Coritiba (time de futebol) e não Curitiba?

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with No comments
Um capítulo importante na história do Coritiba Football Club, é a grafia do nome que identifica o maior clube Paraná. Por que Coritiba se a cidade se chama Curitiba? É evidente que o nome foi para mostrar a integração de seus fundadores com a cidade. Primeiro, ele se chamou Coritibano FC, nome mudado logo nos seus primeiros meses, para não fazer confusão com o Clube Curitibano. O nome da cidade se grafava Curityba, com o y depois do t, que era um nome tupi-guarani, significando “muito pinhão”. Numa das reformas ortográficas, a cidade passou a ser grafada como Coritiba, existindo até os dias atuais inúmeros bustos e estátuas na cidade com essa grafia. E veio uma nova reforma, passando a ser Curitiba, mas o clube, já com o nome consagrado, preferiu ignorar a mudança.

Paródia

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with No comments







A paródia é uma imitação cômica de uma composição literária, (também existem paródias de filmes e músicas), sendo portanto, uma imitação que possui efeito cômico, utilizando a ironia e o deboche. Ela geralmente é parecida com a obra de origem, e quase sempre tem sentidos diferentes. Na literatura a paródia é um processo de intertextualização, com a finalidade de desconstruir ou reconstruir um texto.

A paródia surge a partir de uma nova interpretação, da recriação de uma obra já existente e, em geral, consagrada. Seu objetivo é adaptar a obra original a um novo contexto, passando diferentes versões para um lado mais despojado, e aproveitando o sucesso da obra original para passar um pouco de alegria. A paródia pode ter intertextualidade.






Paz na escola

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with No comments
O texto a seguir é da jornalista Leda Nagle, publicado no Jornal O Dia no dia 13/05/11. É um ótimo texto para reflexão.


 

Resenha crítica

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with No comments
      Resenha crítica é a apresentação do conteúdo de uma obra. Consiste na leitura, no resumo e na crítica, formulando o resenhista um conceito sobre o valor do livro.
      A resenha, em geral, é feita por cientistas que, além do conhecimento sobre o assunto, têm capacidade de juízo crítico. Também pode ser feita por estudantes; neste caso, como um exercício de compreensão e crítica. Para iniciar-se nesse tipo de trabalho, a maneira mais prática seria começar por resenhas de capítulos.
     O resenhista deve resumir o assunto e ressaltar as falhar, sem entrar em muitos pormenores, pois o seu objetivo é informar. Deve ter competência no assunto, mas isso não lhe dá direito de fazer juízo de valor ou de deturpar o pensamento do autor.
     A resenha crítica apresenta uma estrutura ou roteiro:

1. Referência bibliográfica:
Autor(es)
Título (subtítulo)
Imprensas (local da edição, editora, data)
Número de páginas
Ilustrações (tabelas, gráficos, fotos, etc.)

2. Credenciais do autor
Informações gerais sobre o autor
Autoridade no campo científico

3. Conhecimento
Resumo detalhado das ideias principais
Do que trata a obra? O que diz?
Tem alguma característica especial?
Como foi abordado o assunto?
Exige conhecimentos prévios para entendê-los?

4. Conclusão do autor
O autor faz conclusões? (ou não?)
Onde foram colocadas? (final do livro, dos capítulos)
Quais foram?

5. Quadro de referência do autor
Modelo teórico
Que teoria serviu de embassamento?
Qual método utilizado?

6. Apreciação

a) julgamento da obra
Científica, didática, de divulgação
Como se situa o autor em relação:
- às escolas ou correntes científicas, filosóficas, culturais?
- às circunstâncias culturais, sociais, econômicas, históricas etc?

b) Mérito da obra:
Qual a contribuição dada?
Ideias verdadeiras, originais, criativas?
Conhecimentos novos, amplos, abordagem diferente?

c) Estilo
Conciso, objetivo, simples?
Claro, preciso, coerente?
Linguagem correta?
Ou o contrário?

d) Forma
Lógica, sistematizada?
Há originalidade e equilíbrio na disposição das partes?

e) Indicação da obra
A quem é dirigida: grande público, especialistas, estudantes?

f) Qual o sistema utilizado para fazer o trabalho?
Quantas vezes leu o livro?
Leu tudo de uma vez?
Adquiriu conhecimentos?
Reforçou conhecimentos anteriores?

OBS: A redação deve ser dissertativa, clara e direta. Não resposnder às perguntas ponto por ponto. Elaborar um texto contínuo.

Verbos Comandos

Posted by Cristina C C Vieira on maio 21, 2011 with 10 comments
    Há verbos na língua Portuguesa que são muito importantes, pois eles fornecem comandos para o entendimento de um enunciado, principalmente, em testes, provas e diversas avaliações.


    VERBOS COMANDO

  • ANALISAR - Decompor um todo em partes; criticar (um texto), estudar (assunto);
  • COMENTAR - Prestar esclarecimento, interpretar um fato, dissertar;
  • EXPLICAR - Justificar, apresentar razões, relação de causa e consequência, exclamar;
  • IDENTIFICAR - Reconhecer, distinguir;
  • CITAR - Dizer o nome;
  • TRANSCREVER - Copiar do texto;
  • REESCREVER - Escrever de outra forma;
  • JUSTIFICAR - Provar, apresentar dados.

COMPETÊNCIAS / HABILIDADES

1. OBSERVAR

       IDENTIFICAR, INDICAR, RECONHECER, NOMEAR, APONTAR, REPRESENTAR GRAFICAMENTE;

  • CALCULAR -  utilizando procedimentos ou estratégias convencionais.
  • CALCULAR - utilizando procedimentos ou estratégias pessoais.

2. INTERPRETAR

  • DESCREVER - utilizando diferentes formas de representações.
  • DISCRIMINAR - estabelecer diferenças entre níveis de semelhança.
  • COMPOR OU DECOMPOR - em fatores ou elementos básicos.
  • EXPLICAR, EXEMPLIFICAR - demonstrando compreender relações já estabelecidas.
  • CLASSIFICAR, ORDENAR -  de acordo com um critério.

3. ANALISAR


  • TRANSFERIR CONHECIMENTOS - estabelecidos anteriormente a situações novas.
  • LEVANTAR HIPÓTESES -  demonstrando o estabelecimento de relações novas.

4. AVALIAR

  • CRITICAR, JULGAR - com base em critérios internos ou externos.


domingo, 8 de maio de 2011

Mãe é palavra sem rima

Posted by Cristina C C Vieira on maio 08, 2011 with No comments

Mãe é palavra sem rima.
Mãe é um canteiro em flor.
Mãe é um pedaço da vida.
Mãe é o símbolo do amor

Mãe é aquela que chora.
Mãe ouve o filho chorando.
Mãe é aquela que canta.
Mãe só quer o filho cantando.


Mãe é estrela brilhando.
Mãe é a lua no céu.
Mãe são pequenos brilhantes.
Mãe são as bênçãos de Deus.


Mãe é suave doçura.
Mãe é o azul, cor de anil.
Mãe, branca, Mãe preta, amarela
Mãe no mundo, e no Brasil.


Mãe foi por Deus escolhida.
Mãe, senhora Aparecida.
Mãe é nossa padroeira.
Mãe, Maria tão querida.


                       (João Batista Ferreira)

domingo, 1 de maio de 2011

Histórias em quadrinhos

Posted by Cristina C C Vieira on maio 01, 2011 with No comments
     Os quadrinhos são uma forma de linguagem que usa desenhos para narrar um caso ou um episódio qualquer. Sempre que duas imagens são desenhadas uma após a outra, criando uma sucessão de quadros, uma sequência gráfica, trata-se de uma história em quadrinhos. É exatamente por isso que os quadrinhos ficaram conhecidos como arte sequencial.

      Ao contrário dos desenhos animados, em que as figuras são fotografadas para dar agilidade aos personagens, nos quadrinhos, o que faz movimentar as figuras a cada episódio é a nossa leitura, a nossa imaginação.

    Os quadrinhos são uma forma de linguagem que usa desenhos para narrar um caso ou um episódio qualquer. Sempre que duas imagens são desenhadas uma após a outra, criando uma sucessão de quadros, uma sequência gráfica, trata-se de uma história em quadrinhos. É exatamente por isso que os quadrinhos ficaram conhecidos como arte sequencial.    Os quadrinhos têm em cada país um nome diferente. Nos Estados Unidos, são chamados comic strips (tiras cômicas); na França, bandes dessinées (bandas ou tiras desenhadas); na Itália, fumetti, nome que faz referência aos balõezinhos que saem da boca das personagens, indicando sua fala; na América espanhola, historieta; no Japão, mangá; em Portugal, história aos quadradinhos, na Espanha, tabeó. No Brasil, toda revista em quadrinhos chama-se gibi. O nome pegou porque, em 1938, no Rio de Janeiro, foi lançada uma revista em forma de quadrinhos que tinha esse nome e fez o maior sucesso entre as crianças e adolescentes. A palavra gibi caiu na boca do povo e virou sinônimo de revista de história em quadrinhos. O significado mais antigo de gibi é "moleque".


  


     

Os dias da semana

Posted by Cristina C C Vieira on maio 01, 2011 with No comments
      No passado, os romanos associaram cada dia da semana a uma divindade da sua mitologia: Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, etc. Por essa razão, até hoje, em algumas línguas, os nomes dos dias da semana são influenciados por essas divindades. Em espanhosl, por exemplo, temos lunes (segunda), martes (terça), miércoles (quarta), e assim por diante.
      Como esses deuses faziam parte da mitologia pagã, os cristãos católicos adotaram um calendário enumerativo, prima feria, secunda feria, etc., de onde vêm os dias da semana do português.
      A palavra feria, na época, significava "descanso, festa, férias". Os especialistas diferem quanto às razões pelas quais essa palavra foi empregada. Alguns acham que ela indicava "férias das festas" e, portanto, dias normais de trabalho.