sábado, 29 de outubro de 2011

Como estudar

Posted by Cristina C C Vieira on outubro 29, 2011 with No comments
1ºMOMENTO

No início do estudo, para superar a dispersão e eliminar outros interesses, fazer algo decisivo: ler alto, escrever, resolver exercícios, a começar pelos mais fáceis, até "esquentar o motor" (obter concentração). Antes de começar o trabalho, marcar o objetivo, dizer a si mesmo até onde vai chegar, realizar pequenos objetivos de cada vez. Os planos muito arrojados terminam por desencorajar.

Começar o estudo por uma "visão de conjunto" como quem lê uma carta de um fôlego. Vá até o fim da lição. Não pare no meio. Fazer depois um resumo do que ficou. Não pensar, porém, que isto é aprendizagem! Quem aprende assim será sempre um superficial. Apanhar, primeiro, o sentido do todo, para depois atentar para os detalhes das partes. Agora pode-se começar a separar - detalhadamente - o que já se sabia do que não sabia. Ver se relembra fatos que confirmem ou contradigam o que está lendo. Isto é o que se chama "amarrar o novo no antigo". Se não fizer isso, a nova aprendizagem fica "boiando" na mente e facilmente se perde. Comparar o novo com o que já se sabe. Consultar o dicionário para que não fique uma única palavra do texto ou do problema cujo significado não seja, absolutamente claro. Muita dificuldade em aprender advém do fato de o aluno não ter clareza sobre o significado das palavras usadas. A primeira condição do estudo é codificar a mensagem: a enciclopédia dá um resumo completo e claro de todos os assuntos. Fazer um vocabulário com as informações obtidas nestas consultas.

2º MOMENTO
Procurar ver e compreender todos os detalhes. Mas ficando nisto não há aprendizagem. São apenas informações. Não perder, contudo, a noção de conjunto.

Fazer agora um esquema. Um esquema onde entrem todos os detalhes. Compreender é dividir e organizar. Contar, por exemplo, quantas informações são fornecidas pelo texto, fazer esboços do assunto, pois a visualização facilita a compreensão e fixação. Fazer desenhos esquemáticos: flechas, círculos, quadros, etc., geometrizando as ideias principais.

Fazer enumerações: transformar o texto em itens. Fazer itens é uma forma de esquematizar. Pôr os itens em determinada ordem crescente ou decrescente. Dar uma valor a cada item.

Grifar, sublinhar, pôr sinais à margem do livro. Um texto ou livro “estudado” fica todo riscado. Através destes sinais, mede-se a compreensão.

Não procurar decorar nesta fase. Mesmo sem querer, num estudo assim quase tudo vai ficando memorizado. Garantir a perfeita compreensão e ver como desaparece o fantasma da “decoreba”. O ato de decorar é um “subproduto” da compreensão perfeita.

Não se surpreender se a aprendizagem, à medida que caminha, torna-se mais difícil. No começo tudo é mais fácil, pois as noções são mais simples e muitas delas já se sabem. Ver a subida de uma escada: os últimos degraus são os mais difíceis, mas comprovam que já está quase no topo. É verdade que transpostas as dificuldades finais, haverá um “insight” e ficará dono do assunto.


3º MOMENTO

Procurar os princípios. As causas. Finalmente, estabelecer os pontos-chave. Conclusões, regras, definições, princípios, esquemas, diagramas são sínteses. Eliminar da investigação tudo que não for fundamental. Retirar os exemplos. Ficar com as orações principais. Obter um conceito é retirar dele, por abstração, tudo que for acessório e conservar o fundamental. Só a pessoa pode aprender. Ninguém aprende por ninguém.

Agora fazer o controle: ver se sabe aplicar o que pensa que aprendeu. Não se trata de repetir (que é outra coisa). Trata-se de aplicar em novas situações por generalização (um caso mais difícil) ou por transferência (um caso diferente).

Aprender é modificar as estratégias de comportamento. Às vezes, pensa-se que não está aprendendo, apesar do esforço que faz. Pura ilusão.

Para saber realmente um assunto o aluno deve ser capaz de aplicar os conhecimentos adquiridos. Os exemplos e exercícios encontrados no texto servem para permitir a compreensão. Os exercícios têm um triplo sentido:

  • permitem o controle da compreensão do conteúdo estudado;
  • indicam o ponto onde ainda tem dúvidas;
  • completam e enriquecem o conhecimento, tornando-o mais sólido.

4º MOMENTO : COMO PROCEDER EM SALA DE AULA

Não seja tímido, a timidez atrapalha o seu desempenho, não há razão para temer o professor ou os seus colegas.

Na aula, faça perguntas, mesmo que o professor não goste. “É obrigação do professor retirar suas dúvidas”.

Quando o professor adotar a forma de aula expositiva, tome “apontamentos” durante a exposição. Não é copiar. Só os tópicos principais devem ser anotados, depois você reconstituirá a aula consultando os livros.

Peça ao seu professor para só dar “regras” depois de resolver muitos casos, em que elas se apliquem. A regra, vindo primeiro, torna a aprendizagem mecanizada e de fácil esquecimento. Para ouvir uma aula é preciso esforço consciente. Escute como quem discute com o professor, assim melhora sua concentração. Ouça como quem vai perguntar. Anote a “dúvida”. Duvide de tudo até obter provas.

Debata com alguns colegas, o debate é uma excelente forma de aprender, mas primeiramente estude só, apenas após ter noções do conteúdo é que você poderá debater com profundidade.

Caso não aprenda, não culpe os colegas. Será mera desculpa de suas próprias falhas. Quase sempre o defeito está em nós. Enfrente os obstáculos.

Ensinar a um colega é a melhor forma de aprender. Todos serão beneficiados com esta prática. Ao ensinar você perceberá que o tema fica mais claro para você mesmo.



V. COMO OBTER SUCESSO NAS PROVAS E TESTES

A preparação para provas e testes não deve ser feita através de “viradas” de última hora, mas, antes, através de um estudo consciente e continuado, distribuído racionalmente pelo tempo disponível.

Observe, portanto, as seguintes normas de ação:

a)   Prepare-se tranquila e conscientemente para a prova, teste.

b)   Seja persistente!
Estude com técnica, com interesse e com paciência. O bom resultado final é uma consequência natural de sua boa preparação. Trabalhe com persistência, mas, também, com calma.
c)   Faça a sua revisão tecnicamente. No período de revisão você não vai estudar tudo de novo. Não há tempo para isso e nem é necessário. Faça a revisão lendo nos textos as partes sublinhadas e as anotações feitas. Complete este trabalho estudando por resumos, esquemas e fichas.
d)   Leia a prova como um todo. Avalie as questões. Veja as que você conhece bem, as que conhece regularmente e as que parecem ser difíceis. Não se afobe em hipótese alguma, mesmo que o número de questões julgadas “difíceis” seja grande.
e)   Encare a prova com calma e otimismo. Nada de ansiedade, ela provoca tensão e diminui suas possibilidades de sucesso. Concentre-se, esteja atento a tudo e seja bem cuidadoso na resolução das questões propostas. Ouça atentamente qualquer instrução que seja dada pelo(a) professor(a) e leia com toda atenção as instruções constantes da prova.
f)    Inicie a resolução pelas questões do primeiro grupo (mais fáceis); passe depois para as do segundo grupo (dificuldade média) e só então as do terceiro grupo (difíceis).
g)   Aproveite bem todo o tempo da avaliação. Os momentos que lhes restarem devem ser usados relendo as suas respostas.

VI. COMO AGIR NO PERÍODO DE AVALIAÇÕES, PARA APROVEITAR TODO O SEU POTENCIAL

·         Cultive o desejo de ir bem.
·         Obtenha a informação antecipada sobre o tipo de prova a ser aplicada (se objetiva – múltipla escolha ou subjetiva - discursiva).
·         Substitua a preocupação e o medo pela autoconfiança.
·         Tente compreender o significado das questões para dar respostas coerentes.
·         Quando receber a prova. Leia as instruções.
·         Quando ler a pergunta, coloque-as no contexto.
·         Analise os termos usados e procure palavras-chave para descobrir a “verdade” da questão.
·         Administre o tempo de tal modo que possa responder a todas as questões.
·         Uma alimentação bem equilibrada é importante para o bom funcionamento do seu cérebro.

                                              Adaptação do livro: A Técnica de Estudar

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A tecnologia

Posted by Cristina C C Vieira on outubro 25, 2011 with No comments
Recebi por e-mail este vídeo. Preste bastante atenção.



domingo, 23 de outubro de 2011

Ser professor

Posted by Cristina C C Vieira on outubro 23, 2011 with No comments

Ser professor é ser artista,
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...
É ser mãe, pai, irmã e avó,
é ser palhaço, estilhaço,
É ser ciência, paciência...
É ser informação,
é ser ação.
É ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido?... Muito.
Defendido? Nunca.
O seu filho passou?...
Claro, é um gênio.
Não passou?
O professor não ensinou.
Ser professor...
É um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de
AMANHÃ
AMANHÃ
os alunos vão-se...
e ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.
Recebe novas turmas,
novos olhinhos ávidos de
Cultura
e ele, o professor,
vai despejando
com toda a ternura,
o saber, a Orientação
nas cabecinhas novas que
amanhã
luzirão no firmamento da
Pátria.
Fica a saudade...
a Amizade.
O pagamento real?
Só na eternidade.

sábado, 15 de outubro de 2011

O valor de ser educador

Posted by Cristina C C Vieira on outubro 15, 2011 with No comments

Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reflexões sobre leitura

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 30, 2011 with No comments
"Alguns livros funcionam como uma chave para as salas desconhecidas do nosso próprio castelo".

                                               Franz Kafka

"Todos os bons livros se parecem: são mais reais do que se tivessem acontecido de verdade".

                                                Ernest Hemingway

"A leitura é a mais civilizada das paixões".

                                                Albert Manguel

"Leitura não é hábito. Ler é vício. Eu quero ver gente viciada em leitura, que viaje com a história".

                                              Fanny Abramovich

"Um país se faz com homens e livros".

                                             Monteiro Lobato

"Dá até pena de quem não teve a chance de descobrir livros bons e não sabe como é gostoso... É meio como quem nunca teve a sorte de se apaixonar por alguém e ser correspondido..."

                                             Ana Maria Machado

"O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado".

                                            Mário Quintana

     

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pensamentos

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 26, 2011 with No comments
"Adestrei-me desde os sete anos para que um dia tivesse a língua em meu poder. E no entanto, cada vez que vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro é uma estréia penosa e feliz".

                                                           Clarice Lispector



"Confesso que até hoje, só conheci dois sinônimos perfeitos: nunca e sempre".

                                                           Mário Quintana



"Para escrever o menor dos contos a vida inteira é curta. Nunca termina uma história, basta reler para começar de novo".

                                                          Dalton Trevisan

"Ame as palavras de nossa língua. Não despreze nenhuma. Quanto mais palavras você conhecer, mais facilidade terá para se expressar".


"A diferença entre a palavra adequada e a quase adequada é a mesma que existe entre um raio e um pirilampo".


                                                           Mark Twain


"Eu reescrevo muitas vezes cada poema. Faço várias vezes à mão, depois passo à máquina, depois ainda faço correções à mão até chegar à versão final".

                                                     João Cabral de Melo Neto


"À exceção de uma batalha perdida, não há nada mais triste que uma batalha ganha".

                                                      Arthur Wellesly

Um pouquinho de mitologia

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 26, 2011 with No comments
Afrodite - deusa do amor

Apolo - deus da luz, da medicina e da poesia

Ares - deus da guerra

Ártemis - deusa da caça e do parto

Asclépio - deus da medicina

Atena - deusa dos ofícios manuais, da guerra e da sabedoria

Crono - chefe dos Titãs e pai de Zeus

Deméter - deusa da germinação e da colheita

Dionísio - deus do vinho, da fertilidade e do comportamento selvagem

Eros - deus do amor

Gaia - símbolo da Terra, mãe e mulher de Urano

Hades - deus do inferno

Hefesto - ferreiro dos deuses e deus do fogo e dos trabalhos em metal

Hera - protetora dos casamentos e das mulheres; irmã e mulher de Zeus

Hermes - mensageiro dos deuses, deus do comércio e da ciência

Héstia - deusa da lareira

Hipno - deus do sono

Posêidon - deus do mar, dos terremotos e dos cavalos

Réia - mulher e irmã de Crono

Urano - filho e marido de Gaia e pai de Titãs

Zeus - rei dos deuses

domingo, 18 de setembro de 2011

Formação das palavras

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 18, 2011 with No comments

As palavras da nossa língua se formam basicamente através de dois processos: a derivação e a composição.

PROCESSOS DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS

Por Derivação
As palavras são formadas a partir de uma outra já existente (primitiva).

Derivação prefixal ou prefixação
Acrescenta-se um prefixo ao radical.

Ex: Sub desenvolvido     in feliz
        |            |                |      |
    prefixo       radical          prefixo radical

Derivação sufixal ou sufixação
Acrescenta-se um sufixo ao radical.

Ex: feliz mente     fácil mente
        |       |             |        |
   radical   sufixo          radical sufixo

Derivação prefixal e sufixal
Acrescentam-se um prefixo e um sufixo ao radical.

Ex: in justa mente
       |     |        |
  prefixo radical sufixo



Derivação parassintética ou parassíntese
Acrescentam-se, ao mesmo tempo, um prefixo e um sufixo a um radical.

Ex: a noit ecer     en trist ecer
       |    |      |         |     |      |
  prefixo radical sufixo prefixo radical sufixo

Derivação regressiva
Acontece quando se retira algum elemento da palavra. E mais comum na criação de substantivos derivados de verbos.

Ex: beijar - beijo
começar - começo
dançar - dança

Derivação imprópria
Consiste em mudar a classe gramatical de uma palavra, sem alterar sua forma.

Ex: O jantar será servido daqui a 15 minutos.
            |
    substantivo

O substantivo jantar e derivado do verbo jantar.


Por Composição
As palavras são formadas a partir da união de duas ou mais palavras ou radicais.

por justaposição
As palavras ou radicais não sofrem alterações.

Ex: beija + flor = beija-flor
couve + flor = couve-flor

por aglutinação
As palavras ou radicais sofrem alterações em sua pronúncia (fonética) e em sua grafia.

Ex: água + ardente = aguardente
      perna + alta = pernalta

OUTROS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS

Na língua portuguesa há processos de formação de palavras, como a redução, que consiste em apresentar palavras de modo resumido com o objetivo de economizar tempo e espaço na comunicação falada e escrita.

São palavras formadas por esse processo:

·    As siglas: SUS (Serviço Unificado de Saúde);
  • As abreviações: moto (motocicleta), foto (fotografia);
  • As abreviaturas: MG (Minas Gerais), p. (página), r. (rua).
Hibridismo


Ocorre quando os elementos que formam a palavra são de idiomas diferentes.


Ex: automóvel (auto = grego; móvel = latim)


      televisão (tele = grego; visão = latim)


Onomatopéia


Acontece nas palavras que simbolizam a reprodução de determinados sons.


Ex: tique-taque      zunzum

Estrutura das palavras

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 18, 2011 with No comments

Como o próprio nome diz, as palavras têm uma estrutura, ou seja, são formadas por pequenas partes, chamadas de morfemas, constituindo assim a sua estrutura. A saber: radical, afixos (prefixo e sufixo), vogal e consoante de ligação, desinências
(modo e tempo; numero e pessoa) e vogal temática.

Observe os seguintes trechos:

I – “Nos Gibis, os heróis ganham superpoderes dos jeitos mais absurdos. Certo?”
II – “Os Gibis de hoje em dia estão muito Realistas pro meu gosto”.

Ganham                                                  Realistas
Ganh – radical                                          Real – Radical
A - Vogal temática                                    Lista – Sufixo
M - Desinência                                         S - Desinência de gênero

Radical
E a parte principal da palavra, pois contem o seu significado básico.


Ex: Carinhoso     deslealdade
           |                      |
         radical                  radical

Afixos
São elementos que se juntam ao radical dando origem a novas palavras.

a)   prefixos – quando acrescidos antes do radical.

         Ex: Desleal    Infeliz

b)   sufixos – quando acrescidos depois do radical.

        Ex: Lealdade    Felizmente

Vogal temática

Apresenta-se tanto em verbos quanto em nomes. A vogal temática indica as conjugações do verbo. Observe:

1a conjugação – amar, cantar, brincar
2a conjugação – beber, vender, perder, por
3a conjugação – partir, ir, surgir

Ex: cantar beber partir

Tema: radical + vogal temática

A vogal temática nominal aparece no final dos nomes que não apresentam oposição masculino/feminino.

Ex: vida  gente  beijo


Desinências
São elementos que se acrescentam ao radical para assinalar as flexões da palavra (gênero, número, modo, tempo, pessoa).

Desinências Nominais
Indicam o gênero e o número dos nomes.

Garot o
Garot a
Garot o s
Garot a s

Desinências Verbais
Indicam o tempo e o modo, o numero e a pessoa dos verbos.

Ex: ama va
      ama sse mos
      brinca m