terça-feira, 28 de setembro de 2010

Relatos pessoais: o cotidiano

Posted by Cristina C C Vieira on setembro 28, 2010 with 1 comment
    "O homem é um animal social, isto é, que vive em sociedade e partilha seu dia-a-dia com outros homens. Entretanto, cada homem tem uma história individual, fruto de suas vivências, experiências, emoções e desejos, de suas ideias e sua forma de ver e sentir o mundo.
       Gêneros textuais como o relato pessoal, odiário, a biografia, autobiografia, as memórias e o blog foram criados pelo ser humano para que fatos e histórias reais, vividos por pessoas como nós, pudessem ser relatados e, assim, partilhados socialmente".

             Gêneros Textuais

1. Narrar (cultura literária ficcional) - Mimeses da ação através da criação da intriga no domínio do verossímil.

    Exemplos de gêneros orais e escritos:

  • Conto maravilhoso
  • Conto de fadas
  • Lenda
  • Fábula
  •  Narrativa (aventura, ficção científica, suspense, mítica)
  • Biografia romanceada
  • Romance
  • Romance histórico
  • Novela fantástica
  • Conto
  • Crônica literária
  • Adivinha
  • Piada
2. Relatar (documentação e memorização das ações humanas) - Representação pelo discurso de experiências vividas, situadas no tempo.

     Exemplos de gêneros orais e escritos:

  • Relato de experiência vivida
  • Relato de viagem
  • Diário íntimo
  • Testemunho
  • Anedota ou caso
  • Autobiografia
  • Curriculum Vitae
  • Notícia
  • Reportagem
  • Crônica social
  • Crônica esportiva
  • Histórico
  • Relato histórico
  • Ensaio ou perfil biográfico
  • Biografia

3. Argumentar (Discussão de problemas sociais controversos) - Sustentação, refutação e negociação de tomadas de posição.

        Exemplos de gêneros orais e escritos:

  • Textos de opinião
  • Diálogo argumentativo
  • Carta do leitor
  • carta de reclamação
  • Carta de solicitação
  • Deliberação informal
  • Debate regrado
  • Assembleia
  • Discurso de defesa (advocacia)
  • Discurso de acusação (advocacia)
  • Resenha crítica
  • Artigos de opinião ou assinados
  • Editorial
  • Ensaio

4. Expor (Transmissão e construção de saberes) - Apresentação textual de diferentes formas de saberes.

            Exemplos de gêneros orais e escritos:

  • Texto expositivo (em livro didático)
  • Exposição oral
  • Seminário
  • Conferência
  • Comunicação oral
  • Palestra
  • Entrevista de especialista
  • Verbete
  • Artigo enciclopédico
  • Texto explicativo
  • Tomada de notas
  • Resumo de textos expositivos e explicativos
  • Resenha
  • Relatório científico
  • Relato oral de experiência

5. Descrever ações (instruções e prescrições) - Regulação mútua de comportamentos

         Exemplos de gêneros orais e escritos:


  • Instruções de montagem
  • Receita
  • Regulamento
  • Regras de jogo
  • Instruções de uso
  • Comandos diversos
  • Textos prescritivos

      Alguns tipos de gêneros textuais

1. Relato pessoal - contar algo pessoal. Surgiu, na sua forma oral, provavelmente da necessidade do ser humano de comunicar-se, de interagir com seus semelhantes por meio da linguagem, relatando experiências vividas.

2. Diário - espécie de agenda pessoal onde são registrados, diária ou quase diariamente, um resumo do que se faz ou acontece em cada dia, fato, impressões e confissões.

3. Blog - gênero textual que tem bastante semelhança com o diário, pois nele o locutor também relata seu dia-a-dia, suas vivências, suas opiniões. Entretanto, enquanto o diário é íntimo  guardado a sete chaves, o blog está na internet e pode ser lido por qualquer pessoa.

4. Biografia - (do grego bio, "vida", e grafia, "escrita") constitui um gênero textual em que é relatada a história da vida de determinada pessoa.

5. Autobiografia - é quando uma pessoa conta a sua própria vida. Esse gênero costuma incluir confissões e cartas, escritos que revelam sentimentos íntimos do autor.

    domingo, 29 de agosto de 2010

    Reflexão

    Posted by Cristina C C Vieira on agosto 29, 2010 with No comments
    Recebi o texto a seguir por e-mail. Bom para refletirmos.

    O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
    Jô Soares

    O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
    É jovem, não tem experiência.
    É velho, está superado.
    Não tem automóvel, é um pobre coitado.
    Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
    Fala em voz alta, vive gritando.
    Fala em tom normal, ninguém escuta.
    Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
    Precisa faltar, é um 'turista'.
    Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
    Não conversa, é um desligado.
    Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
    Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
    Brinca com a turma, é metido a engraçado.
    Não brinca com a turma, é um chato.
    Chama a atenção, é um grosso.
    Não chama a atenção, não sabe se impor.
    A prova é longa, não dá tempo.
    A prova é curta, tira as chances do aluno.
    Escreve muito, não explica.
    Explica muito, o caderno não tem nada.
    Fala corretamente, ninguém entende.
    Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
    Exige, é rude.
    Elogia, é debochado.
    O aluno é reprovado, é perseguição.
    O aluno é aprovado, deu 'mole'.
     
    É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
    agradeça a ele!

    sábado, 28 de agosto de 2010

    Colocação Pronominal

    Posted by Cristina C C Vieira on agosto 28, 2010 with No comments
        Os pronomes oblíquos átonos me, te, se, o, a, lhe, os, as, lhes, nos e vos podem ocupar três posições na frase:

    a) antes do verbo - prócilise (pronome proclítico)

        "Não, não me abandone, não me desespere (...)"

    b) no meio do verbo - mesóclise (pronome mesoclítico)

         "Meu nome, dir-lhes-ei a seu tempo".

    c) após o verbo - ênclise (pronome enclítico)

         "Suporta-se com paciência a cólica do próximo".


    REGRAS GERAIS

    PRÓCLISE
        A próclise é obrigatória:

    a) com verbos modificados diretamente por advérbios antepostos a eles:

                "Aqui vos trago provisões".

                "Enfim te vejo".

    Observação: havendo pausa inidcada por vírgula, recomenda-se a ênclise:

                     "Ontem, encontrei-o no ponto de ônibus".

                     "E, depois, vejo-te humildemente (...)"

    b)em orações iniciadas por pronomes indefinidos ou pronomes demonstrativos: 


                        "Aquilo lhe desagrada".


                     "Isso me pertence".


    c) em orações subordinadas (iniciadas por conjunção subordinativa, pronome relativo, pronome interrogativo ou advérbio interrogativo).


                   "A maneira como o receberam era um aviso".


                   "Eu ainda não sei quando te darei um aumento".


    d) em orações interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos:


                "Que me dizeis, mestre Ouguet?"


                "-Mas como, como você o conhece então?"


    e) em orações exclamativas iniciadas por pronomes ou advérbios exclamativos:


                 "...quantas vezes se desequilibrou...!"


                 "Quanto nos custa abdicar de uma ilusão!"


    f) em orações optativas (que exprimem desejo) com sujeito anteposto ao verbo:


                 "Deus te acompanhe, meu filho!"


                 "Macacos me mordam!" 


    g) com verbo no gerúndio precedido da preposição em:


          "Em se tratando de previsões, qualquer afirmação otimista seria arriscada".


    h) com verbo no infinitivo pessoal (flexionado ou não) precedido de preposição:


             "Seus intentos são para nos prejudicar".


    ÊNCLISE
          A ênclise é obrigatória:


    a) com verbo no início do período, desde que não esteja no futuro do indicativo:


              "Lembram-me pormenores daquela noite da apresentação".


    b) com verbo no imperativo afirmativo:


              "Amigos, digam-me a verdade".


    c) com verbo no gerúndio, desde que não esteja precedido da preposição em:


              "E mais não disseram nesse dia, indo-se cada um aos seus negócios".


    d) com verbo no infinito impessoal regido da preposição a:


             "Aspirava com ânsia, como se aquele ambiente tépido não bastasse a saciá-lo".


    e) em orações interrogativas iniciadas por palavras interrogativas, com verbo no infinitivo impessoal.


               "Por que maltratar-me assim?"


    MESÓCLISE
         A mesóclise só poderá ocorrer com verbos no futuro do presente ou no futuro do pretérito, desde que não haja algum fator de próclise:


               "Quando fosse sacrifício, fa-lo-ia de boa cara; mas não é".


               "Dir-se-ia uma voz de mulher".


    OBSERVAÇÕES:
    1ª) Se o verbo no futuro vier precedido de pronome reto, ocorrerá a próclise:


                    "Tu me farias um favor?"


    2ª) Se o sujeito anteposto à forma verbal no futuro não for pronome reto, ocorrerá facultativamente a próclise ou a mesóclise.

    sábado, 14 de agosto de 2010

    Pensamento...

    Posted by Cristina C C Vieira on agosto 14, 2010 with No comments
    ”Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.”

                                 (Padre Antônio Vieira)

    domingo, 18 de julho de 2010

    Acordo Ortográfico (1990) - Mudanças no português do Brasil IV

    Posted by Cristina C C Vieira on julho 18, 2010 with No comments
    Uso do Hífen

    Antes do acordo: ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidade, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sistole, extra-seco, infra-som, infra-renal, ultra-romântico, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensivel.

    Nova regra: não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo essas consoantes se duplicarem.

    Após o acordo: antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, extrassistole, extrasseco, infrassom, infrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, semirreal, semissintético, suprarrenal, suprassensivel.


    Observação:

    • O uso do hífen permanece nos compostos em que os prefixos super, hiper, inter, terminados em -r, aparecem combinados com elementos também iniciados por -r; hiper-rancoroso, hiper-realista; hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente, super-revista etc.

    Antes do acordo: auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, infra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado.

    Nova regra: não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.

    Após o acordo: autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, infraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiárido, semiautomático, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.

    Observações:

    • Esta nova regra normatiza os casos do uso do hífen entre vogais diferentes, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: antiaéreo, antiamericanismo, coeducação, agroindustrial, socioeconômico etc.
    • O uso do hífen permanece nos compostos com prefixo em que o segundo começa por -h: ante-hip´pfise, anti-herói, anti-higiênico, anti-hemorrágico, extra-humano, neo-helênico, semi-herbáceo, super-homem, supra-hepático etc.



    Antes do acordo: antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, aequiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico.

    Nova regra: Emprega-se o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal igual.

    Após o acordo: anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, aequi-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico.

    Observações:

    • Estes compostos, anteriormente grafados em uma única palavra, escrevem-se agora com hífen por força da regra anterior.
    • esta regra normatiza todos os casos do uso do hífen entre vogais iguais, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: auto-observação, contra-argumento, contra-almirante, eletro-ótica, extra-atmosférico, infra-assinado, infra-auxiliar, semi-interno, supra-auricular, supra-axilar, ultra-apressado etc. (Nestes casos, o hífen permanece)
    • No caso do prefixo co-, em geral, não se usa o hífen, mesmo que o segundo elemento comece pela vogal o: cooperação, coordenar.

    Antes do acordo: manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento.

    Nova regra: Não se emprega o hífen em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição.

    Após o acordo: mandachuva, páraquedas, páraquedista, páralama, párabrisa, párachoque, páravento.

    Observação:

    • O uso do hífen permanece nas palavras compostas que não contém um elemento de ligação e constituem uma unidade sintagmática e semântica, mantendo acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro; médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi, formiga-branca etc.

    Observações gerais:

    1. o uso do hífen permanece:

    a) nos compostos com os prefixos ex-, vice-, soto-: ex-marido, vice-presidente, soto-mestre;
    b) nos compostos com os prefixos circum- e pan-: quando o segundo elemento começa por vogal, m ou n: pan-americano, circum-navegações;
    c) nos compostos com os prefixos tônicos acentuados pré-, pró e pós- quando o segundo elemento tem vida própria na língua: pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação.
    d) nos compostos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como -açu, -guaçu e -mirim quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente o uquando a pronúncia exige a distinção fráfica entre ambos: amoré-guaçu, manacá-açu, jacaré-açu, Ceará-Mirim, paraná-mirim.
    e) nos topônimos iniciados pelos adjetivos grão e grã ou por forma verbal ou por elemento que incluam um artigo; Grã-Bretanha, Santa Rita do Passa-Quatro, Baía de Todos-os-Santos etc.
    f) nos compostos com os advérbios mal e bem quando estes formam uma unidade sintagmática e semântica e o segundo elemento começa por vogal ou -h: bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado, mal-estar, mal-humano. Entretanto, nem sempre os compostos com o advérbio bem escrevem-se sem hífen quando este prefixo é seguido por um elemento iniciado por consoante: bem-nascida, bem-visto (ao contrário de malnascido, malcriado e malvisto).
    g) nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem: além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-casados, sem-número, sem-teto.

    2. Não se emprega o hífen nas locuções de qualquer tipo (substantivoas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais): cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cor de vinho, ele próprio, à vontade, abaixo de, acerca de, a fim de que etc.

    • São exceções algumas locuções já consagradas pelo uso: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.














    Acordo Ortográfico (1990) - Mudanças no português do Brasil III

    Posted by Cristina C C Vieira on julho 18, 2010 with No comments
    Acentuação


    Antes do acordo: assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio (forma verbal), heróico, paranóico.

    Nova regra: não se acentuam os ditongos abertos -ei e -oi nas palavras paroxítonas.

    Após o acordo: assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio (forma verbal), heroico, paranoico.

    Observações:

    • O acento nos ditongos -éi e -ói permanece nas palavras oxítonas e monossílabos tônicos de som aberto: herói, constrói, dói, anéis, papéis, anzóis.
    • O acento no ditongo aberto -éu permanece: chapéu, véu, céu, ilhéu.

    Antes do acordo: enjôo (substantivo e forma verbal), vôo ( substantivo e forma verbal), crôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo.


    Acordo Ortográfio - Mudanças no Português do Brasil II

    Posted by Cristina C C Vieira on julho 18, 2010 with No comments
    Trema

    O trema, após o acordo, é eliminado em palavras portuguesas e aportuguesadas.

    Antes se escrevia da seguinte forma: agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça.

    Após o acordo se escreve da seguinte forma: aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.

    O trema permanece em nomes próprios estrangeiros e seus derivados: Müller, mülleriano, hübneriano.




    Acordo Ortográfico (1990) - Mudanças no Português do Brasil I

    Posted by Cristina C C Vieira on julho 18, 2010 with No comments
    Alfabeto

    O alfabeto era formado por 23 letras, mais as letras chamadas de "especiais" k, w, y.

    Pela nova regra, o alfabeto é formado por 26 letras.

    As letras k, w, y fazem parte do alfabeto. São usadas em siglas, símbolos, nomes próprios estrangeiros e seus derivados.

    Exemplos: Km, watt, Byron, byroniano.

    segunda-feira, 12 de julho de 2010

    Momento de reflexão

    Posted by Cristina C C Vieira on julho 12, 2010 with No comments
      "O que eu escrevo, é menos do que posso dizer. É o que eu posso dizer, agora, é menos do que sinto por você. Tanta verdade se perde no caminho do coração ao cérebro, do cérebro à boca, da boca à mão, da mão ao papel... Agora eu quero que você saiba tudo o que eu sinto, sem perdas pelo caminho, sem desperdícios. Quero que você percorra os meus caminhos de volta, dos papéis ao coração. É aqui! É aqui dentro que você tem de morar, meu amor!"


        "Há o instante da chegada
         e o momento da partida
         Quanta vida eu já vivi?
         Quanto resta a ser vivida?"


            Trechos retirados do livro A marca de uma lágrima, de Pedro Bandeira.

    terça-feira, 29 de junho de 2010

    Parônimos

    Posted by Cristina C C Vieira on junho 29, 2010 with No comments
    São palavras parecidas na escrita e na pronúncia, mas com significados diferentes:

    absolver (inocente, perdoar)                     absorver (sorver, consumir)
    aprender (instruir-se)                              apreender (assimilar)
    área (medida de superfície)                      ária (peça musical)
    arrear (por arreios)                                  arriar (abaixar)
    comprimento (extensão)                           cumprimentar (saudação)
    costear (navegar junto à costa)                 custear (financiar)
    deferir (conceder)                                    diferir (diferenciar, adiar)
    degredado (desterrado, exilado)             degradado (estragado, rebaixado)
    delatar (denunciar)                                  dilatar (alargar, ampliar)
    descrição (ato de descrever, expor)            discrição (qualidade de discreto)
    descriminar (inocentar)                            discriminar (distinguir)
    despensa (lugar de guardar                      dispensa (isenção, licença)
                      mantimentos)
    despercebido (que não foi percebido)         desapercebido (despreparado)
    discente (relativo aos alunos)                   docente (relativo aos professores)
    emergir (vir à tona)                                 imergir (mergulhar)
    emigrar (sair do país)                              imigrar (entrar no país)
    eminente (ilustre, elevado)                      iminente (prestes a acontecer)
    estufar (aquecer com a estufa)                 estofar (encher)
    flagrante (evidente, acalorado, ardente)    fragrante (perfumado, aromático)
    fluir (correr)                                             fruir (desfrutar)
    imoral (contrário à moral)                        amoral (nem a favor nem contra a 
                                                                             moral)
    impio (sem piedade)                               ímpio (sem fé, herege)
    indefeso (sem defesa, fraco)                    indefesso (incansável)
    infligir (aplicar pena)                              infringir (transgredir, desrespeitar)
    intimorato (destemido, valente)               intemerato (íntegro, puro,
                                                                                   incorruptível)
    mandato (procuração, incumbência)          mandado (ordem judicial)
    pleito (disputa, demanda, eleição)           preito (homenagem, dependência,
                                                                            sujeição)
    precedente (antecedente)                       procedente (proveniente,oriundo)
    prescrever (ordenar, determinar)              proscrever (condenar, expulsar)
    recreação (diversão)                               recriação (ato de recriar)
    retificar (corrigir)                                    ratificar (confirmar)
    soar (emitir som)                                   suar (transpirar)
    sortir (prover)                                        surtir (resultar)
    tráfego (trânsito, fluxo)                          tráfico (comércio ilícito)
    vadear (atravessar um rio a pé)               vadiar (viver ocasionalmente,
                                                                              vagabundear)
    vultoso (volumoso, de grande vulto)         vultuoso (inchado)